setembro 19, 2007

Escolha de livros.

Muitos professores "progressistas e democráticos" argumentam que se o livro foi escolhido pelo MEC e adotado pelos professores não pode ser tão ruim, pois se fosse não seria o escolhido. Clássico argumento circular, infantil e de fácil desmonte. Aliáis, essas "livres escolhas" são uma meia-verdade e, todo mundo sabe, que meia-verdade é um termo elegante para se chamar uma mentira inteira.
Na prática não há livre escolha de livros didáticos coisa nenhuma. Há um enganação, a primeira vista convincente, feita para que ninguém reclame depois.
Os livros passam por uma primeira triagem no MEC/Secretaria de Educação e é entregue às escolas uma lista reduzida que, com sorte, chega a cinco títulos diferentes. Nos pedem uma lista com os livros em ordem de prioridade. Não se sabe de mais nada até sair o resultado.
Esse ano tivemos que escolher entre um desconhecido, um famoso, mas antiquado, um horrível de se trabalhar e cheio de erros conceituais (Esse eu tive o desprazer de trabalhar por um ano. Abandonei no meio do ano, sem condições.) e dois desconhecidos. Por eliminação ficamos com os desconhecidos. Isso dá para ver o nível de liberdade que temos.
No inicio do ano o livro chega mas não temos o resultado das indicações dos colégios para podermos conferir. Muito transparente. Essa é a livre escolha de livros didáticos por parte dos professores na rede pública.

1 Comments:

At 9:44 PM, setembro 19, 2007, Blogger Andrea said...

Inglês nem recebe livro na escola pública.

 

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